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O dever que pode matar o amor |
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Escrito por padretojo
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Terça, 16 Março 2010 09:42 |
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Neste quarto domingo da Quaresma, escutámos um dos mais belos textos, senão mesmo o mais belo, elaborados por Jesus. Refiro-me à parábola transmitida por São Lucas em 15,11-32. Já lhe demos vários nomes: "os dois filhos", "parábola do filho pródigo", "parábola do pai pródigo", etc., conforme a perspectiva da personagem da qual vestimos a pele.
Para esta semana, gostaria de propôr a reflexão a partir da atitude do "dever".
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De figueiras estéreis a sarças ardentes |
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Escrito por padretojo
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Quinta, 11 Março 2010 11:42 |
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O 3º domingo da Quaresma pôs diante dos nossos olhos duas imagens que, ao mesmo que facilitam a compreensão de um processo psico-espiritual, possivelmente também nos poderão ajudar a fazer um percurso espiritual. Trata-se da relação entre a "figueira estéril" da parábola de Jesus (cf. Lc 13,6-9) e a "sarça ardente" da experiência vocacional de Moisés (cf. Ex 3,1ss). Ambas as figuras nos ajudam a compreender a seguinte tríade que caracteriza o processo de "paixão" que caracteriza a conversão do crente: aceitação-responsabilidade-apelo. Esta tríade tem conexão com os três momentos pedagógicos: experiência do limite, activo assumir da realidade, superação e transformação.
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As funções psico-físicas da misericórdia |
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Escrito por padretojo
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Segunda, 01 Março 2010 11:32 |
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«Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e ser-vos-á dado...» (Lc 6,36-38)
Sabemos que a misericórdia do Pai é infinita e não assenta a sua força nos méritos de quem Ele perdoa. Não sabemos muito bem, porém, como imitar esta misericórdia do Pai que Jesus viveu e anunciou.
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Actualizado em Sexta, 05 Março 2010 00:16 |
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Escrito por padretojo
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Quinta, 04 Março 2010 23:49 |
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A história de cada um de nós é a história dos primeiros meses, dos primeiros anos de desenvolvimento, onde vulneralbilidades e potencialidades configuraram a pessoa que somos, estruturando-nos e estabelecendo as mediações que contribuíram para um fechamento mais ou menos trágico na ansiedade conflitual ou para uma abertura orientada para o crescimento na autotranscendência. Não estranhe o(a) leitor(a) que afirme que estes dois resultados convivem na pessoa que somos na forma de dialéctica de base, embora cada pessoa possa revelar mais um do que outro como tendência. A "vocação sublime à santidade" joga-se precisamente no equilíbrio da troca de operações entre aquelas operações (fechamento e abertura).
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Actualizado em Sexta, 05 Março 2010 00:15 |
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Escrito por padretojo
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Segunda, 22 Fevereiro 2010 08:49 |
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Bom e Belo Pastor, talvez talvez ainda não Te tenha negado com os lábios como te tenho negado com o coração. Porque este é mais lento em acreditar o que aqueles professam. A Pedro, que te negou três vezes, e a quem provaste as mesmas vezes, a afirmação do seu amor, afirmaste «sobre esta pedra edificarei a minha Igreja» (Mt 16,18).
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Actualizado em Segunda, 22 Fevereiro 2010 08:57 |
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